segunda-feira, 8 de março de 2010
>> crescendo juntinhos!!!
Estamos todos na Crescer deste mês (ESPECIAL GUIA VERDE), time completinho, eu gatinho, o Régis e a Buda, contamos como é viver a experiência de tentar criar a guria da forma mais sustentável que conseguimos, as fotos são do guri, do régis, do bruno e da daisy, cada um fez um pouco, e no final, lá estamos nós, em uma banca perto de você, pelo menos nas cidades onde a distribuição da globo chega, não é tio medonho?
Simone Tinti (irmã do Tinti, que nos indicou como fonte) e Roberta D'Albuquerque assinam muito bem a matéria.
Agora temos a matéria completa aqui!!
domingo, 7 de março de 2010
>> visual rocker completo

Pela primeira vez na longa história de vida desse nenê bonito surge um All Star!!!!
Vindo direto de londres, trazido pelo tio Cairale, agora a Alice é oficialmente do rock, visual completo: All Star, jeans e camisa xadrez.
p.s. a mãe enganou vocês e apagou o braço dela, já fico de pé apoiada, mas caminhar também já é cedo demais!!!
sábado, 6 de março de 2010
>> caminhando e cantando
Pois não é que é verdade!
Eles crescem muito rápido, sempre me disseram, a cada dia, a cada minuto, de manhã quando tu vai acordar, ou é despertado, pimba, tá maior.
Vai dar o banho na pia, para fazer a primeira troca do dia, e de repente não mais cabe na pia, e a roupa? Que da noite para o dia não serve mais.
E isto tudo acontece diariamente diante dos meus olhos, imaginem quando eu pego a estrada as 4:30h da manhã para fazer fotos numa siderurgica e volto de Volta Redonda bem no fim do dia, furo a festinha só para meninas, e de repente descubro que minha filha já quase caminha.
Eles crescem muito rápido, sempre me disseram, a cada dia, a cada minuto, de manhã quando tu vai acordar, ou é despertado, pimba, tá maior.
Vai dar o banho na pia, para fazer a primeira troca do dia, e de repente não mais cabe na pia, e a roupa? Que da noite para o dia não serve mais.
E isto tudo acontece diariamente diante dos meus olhos, imaginem quando eu pego a estrada as 4:30h da manhã para fazer fotos numa siderurgica e volto de Volta Redonda bem no fim do dia, furo a festinha só para meninas, e de repente descubro que minha filha já quase caminha.
>> um babá mais que perfeito.
Muitos podem perguntar, quem é aquele moço de barba que sempre aparece circulando minha casa sem ser meu pai.
Aquele que tem uma pinta de Raul Seixas, sem ser meu pai. O nome desse tio é Régis.
O babá.
Um babá homem?
Essa deve ser a tua pergunta nesse momento. Pois é, mas como diria Chaplin, "Tempos Modernos".
Régis é um artista plástico, ou visual, de formação, mas como diz uma grande amiga da familia, Simone Esmanhotto, o Régis entende de coisas vivas. Bom com plantas, bichos e com o seu sobrinho Pedro.
Começou assim, após uma única entrevista e a dificuldade de achar alguém para cuidar de uma criança complicada como eu, pequena ironia, minha mãe tem a idéia, brilhante como a maioria delas, de chama-lo para ser o meu babá.
A gente estava no banho, na hora vi a cara meio de susto do meu pai.
Lembro de suas palavras...
Ele disse...
– Marvin, agora é só você...
Não, não...Foi
– Bah gatinha, acho que a gente pode desvirtuar ele do seu caminho. O cara é artista plástico, formado, deve ter vindo pra São Paulo pra trabalhar com isso. E outra, tu é mãe, mulher, tem a relação do peito, e eu? Eu, bah, vou ter que trabalhar dobrado...
Mas não sei de onde minha mãe tira tantos argumentos, ela em 99,9% das vezes consegue convencer o meu pai, nos outros 00,1% é porque ainda não falou com ele.
Meu pai no outro dia receberia o Régis em casa, pois ele tinha chamado ele para outro trabalho, fazer backups, isto é, gravar os arquivos de foto do pai que ele teima em não tirar do computador em dvd's, pois senão falta espaço na máquina para colocar as minhas.
Enquanto Régis não chega vamos levantar a ficha do rapaz.
Esse gaúcho, macho, não é porque o cara é babá que tu vai pensar o contrário, nasceu em Nhu Porã, um município de São Borja, terra de Getúlio vargas e Jango, informação para meus leitores não gaúchos. Foi estudar em Santa Maria, lá morava num apartamento em cima da segunda casa do meu pai, que segundo meu vô Renato foi por um bom tempo a primeira, pois bem, estudou na UFSM, meu pai e ele não se conheceram nessa instituição, mas sim nos churrascos que meu pai patrocina, a bem da verdade quem patrocina são meus avós, Renato, Paulo e Baia.
Régis veio em 2008 morar em São Paulo, arrumou um emprego, foi explorado, fez assistências de fotografia para o meu pai, continuou sendo explorado, mas certa vez meu pai esperava ele em casa para fazer uma proposta que iria mudar nossas vidas.
Toca o interfone, o garoto de Nhu Porã é anunciado, entra, meu pai dá as instruções sobre o trabalho, e pergunta como está a sua corrida por emprego. Régis responde:
– Bah, vai meio mal, só consigo 6x1?
– 6x1, o que é isso?
– Eu trabalho 6 dias e folgo um.
– Bah, free lancer não entende essas coisas. Mas então Régis, tu quer um emprego 5x2?
– Opa, quero.
– Bueno velho, eu e gatinha conversamos ontem, e ela teve a idéia de tu ser o babá da Alice, achamos que é um jeito de tu ficar mais próximo do teu sobrinho. E sabemos que tu vai acrescentar muito pra ela. Vai ser um pacotão, tu cuida da Alice, é o principal, mas me ajuda com a gravação das fotos, a montar e desmontar o estúdio, dar umas voltas com a baba quando não posso, fazer um rango...
Mãe entra no assunto e diz...
–É, e não seria uma pessoa qualquer, que em qualquer choro ligaria a televisão e deixaria a guria lá. E tu é nosso amigo.
– Cara, só tenho a agradecer a confiança que vocês estão depositando em mim, fico honrado, e topo velho, bah, muito obrigado.
Fechado o acordo de cavalheiros e dama, Régis acerta o seu começo para o dia 1º de setembro.
Desse dia em diante ele se tornou uma das pessoas mais importantes da minha vida e da vida dos meus pais. Um amigo fiel, um irmão camarada, um tio muito querido, que me ensina muito, tem um carinho e dedicação que surpreenderam até a minha avó.
Quando dizem que o trabalho do Régis é fácil, meu pai retruca...
– Cuidar da Alice é fácil, mas me limpar e cuidar da baba é que é o desafio.
Outra vez perguntaram para o meu pai se ele não tinha medo de ter um homem cuidando da filha dele. meu pai responde...
– Tenho, tenho medo que minha filha diga Régis antes de dizer pai...
terça-feira, 2 de março de 2010
>> comida para quem precisa
Viva, viva!!!!
Um papazinho bem saboroso, chega dessa vida sem gosto, só com leite, sabores discretos e texturas novas!!!
Gostei muito, muito, rapei o prato!!!
E digo mais pode ser que alguem queira saber o que tem no caldo da pequenita, o maior sucesso do momento, receita retirada do blog do pediatra, o famoso tio Cacá.
Ingredientes:
2 ossos de canela cortados (no açougue eles fornecem gratuitamente, mediante encomenda)
2 ripas de ponta de peito cortadas em pedaços
3 cebolas inteiras ou 1 cabeça de alho
6 cenouras em rodelas grossas
1 maço salsão (talos) ou 3 talos de alho poro
1 colher de pimenta rosa, verde, branca (ou mix de pimentas)
Folhas de louro, alecrim e tomilho a gosto
8 litros de água
Se não houver preconceito, pode colocar 1 mocotó cortado em rodelas. É uma ótima fonte de colágeno (não fica com cheiro forte como muitos imaginam)
Modo de fazer:
Primeiro asse a carne com osso durante 1 hora em forno médio e depois coloque todos os ingredientes em uma panela bem grande, tampe e deixe cozinhar em fogo bem baixo (o mínimo possível) por pelo menos 12 horas ou até a carne desprender do osso. Coloque mais água se evaporar muito.
Quanto mais tempo ficar no fogo mais encorpado será o caldo.
O ideal é não deixar o caldo ferver; para tanto pode-se usar panelas grossas (uso de barro), fogo muito baixo e um difusor de calor. Fica muitas horas no fogo.
Quando estiver pronto, coe e deixe esfriar.
Retire o excesso de gordura que se forma na superfície, coloque em recipientes (de vidro é melhor, pois plástico libera dioxina) e mantenha refrigerado por até 10 dias. Ou congele em porções.
A receita é básica e a carne bovina pode ser substituída por galinha inteira assada (coloco os miúdos e pés também) ou carcaças de peixe fresco, mantendo mais ou menos a proporção dos demais ingredientes.
É possível variar substituindo os temperos por sálvia, salsinha, alho; conforme o paladar.
Pode-se aproveitar as sobras em papas ou outras receitas com a carne desfiada.
Eu coloco o tutano (parte mole do interior dos ossos da canela) na comida das meninas.
Bueno, resolvemos fazer duas opções desse caldo, um com gordura e outro coado light, sem a dita...
Acidentalmente, escolhi o gorduroso, será que foi por isso que ela gostou tanto?
A genética não é mesmo formidável!
>> diários de agulha, segunda parte, em casa que acontecem as reações.

Mais um táxi para voltar, mas no caminho para este, meu pai andava comigo, fazendo um cavalinho para me distrair, ele acha que a reação é imediata...
Nesse dia colocou uma certa carga para mim.
– Filha tu é muito corajosa, um exemplo. O pai que todo dia se orgulha de ti, hoje ficou impressionado. Tu quase nem chorou, eu estava lá só te segurando e chorando e tu valente, encarou as agulhas sem medo. Quando o pai precisar ir no hospital tu vai junto? Tu segura minha mão?
Bom, terei que ajuda-lo, afinal é meu pai...e sempre me acorda rindo, e me faz rir junto o que é melhor, mesmo não gostando de acordar cedo. Mas segundo ele, não gostava, agora vale a pena.
Caminhamos um pouco, mãe falava ao telefone, e pai e tia Jã superavam o terror que passamos juntos, dentro to táxi, tia Jã que teve que ficar de fora da sala da vacina, confessou que me ouvia chorando, e que estava chorando junto.
A mãe que diferente do meu pai e consegue fazer várias coisas ao mesmo tempo, chama o táxi, fala no telefone e orienta meu pai a entrar no carro de praça. Meu pai entra no banco da frente e lá onde ele normalmente discute política e futebol, pergunta sobre o tempo, a familia e a complexidade do trânsito paulistano, esta quieto, assustado, meio culpado pelas 3 picadas.
O carro começa a andar, alguns metros, e eu durmo.

Chegamos. Régis, ainda em casa, cevamos um mate, gatinha põe Alice no berço, e volta ao trabalho. Mateamos, eu, Régis e Jã. Conto como foi o dia para o babá de Alice e as novas recomendações do pediatra Cacá. Mais mate, conversa e vovó sentada, me refiro ao salgadinho não a vó Baia.
Alice acorda.
É, e acordo bem, sinto as pernas um pouco doloridas, pois me picaram a coxa direita e também na esquerda, e no braço direito, e aquelas gotinhas não são lá tão saborosas...
No entanto, acordo rindo.
Régis fica impressionado com meu bom humor, brinca que essa deve ser a reação da vacina em mim.
Ele segue para o metrô, terminado o expediente, mas solicito como sempre se oferece para ajudar, meu pai e minha mãe no que precisarem.
Minha mãe chega logo após. Mamo, tomo banho, e elas, tão temidas e não mais esperadas, chegam. As reações começam misturadas com a fome que habitualmente tenho quando saio do banho, sono, mas agora tudo isso é acompanhado da dor.
lembro de meu pai correr, ligar o som e colocar a trilha do filme Pequena Miss Sunshine para tocar, mãe me balança dando o peito, mas tudo dói, se minhas coxas não fossem tão grandes quem sabe a dor seria menor. Não consigo relaxar, com isso não mamo, não durmo, só dói.
Zonza me sinto saindo de um braço ao outro, olho e de repente estou no colo do meu pai, e ele começa sua oração, dançando a trilha, embalando meu sono, pede que toda a dor e febre vão pra ele.
Demoro para dormir, a trilha não ajuda, então chega o ruído branco, uns barulhos, como batida de coração, água corrente, rádio fora de sintonia. Este deu mais certo, ou não sei se o foi meu cansaço.
Apaguei.
Fiquei acordado do lado de Alice, consegui notar algo que não queria, a diferenciar um choro de dor, agachado perto do berço, ela as vezes acordava, chorava, voltava dormir. Eu ainda rezava, Buda, Jesus, quem me ouvisse e aceitasse a minha oferta de troca. Reações para o pai, dor, febre, tudo que desse nela, imediatamente sumisse e viesse para mim.
Dormia, chorava, estava cansada, sem forças para abrir os olhos, dormia chorando, eu chorando bem acordado.
Saímos com as cachorras, Natalina e Baba, voltamos, gatinha está tentando nanar Alice, que acorda de novo, ela adormece, colocamos no berço, eu monto guarda de novo. De repente, o sono vence Alice e ela descansa, eu decido dormir, se ela precisar de mim durante a noite, acordarei e darei todo plantão necessário.
Algumas poucas acordadas durante a noite, aquelas de sempre, para mamar um pouquinho, esse plantão é dado pela gatinha, Alice não dorme mais no berço, dorme entre eu e Lucia. Mas aproximadamente as 05:30h, surpresa, minhas preces foram atendidas, não sinto febre nem dores nas pernas e braço direito, os anjos foram mais companheiros e Alice está no meio da cama rindo, dando gritinhos de alegria e eu e gatinha rimos juntos, e damos um novo apelido para a pequenita, Nenê Maravilha.
Gatinha me pergunta...
– Era esse o plantão que esperava.
Respondo rindo e muito contente que não.

Gatinha adormece, Alice Nenê Maravillha ainda ri, grita, faz festa. Aos poucos vai coçando o olho, boceja, eu pego ela no colo, do jeito que sempre nano ela, então ela chora e chora muito, provavelmente eu toquei no braço, forcei suas perninhas, ela continua chorando, coloco ela na cama de novo, fico acariciando neu narizinho, passando o dedo na sua sobrancelha e o sono chega de novo. Dorme tranquila, eu fico ainda uns dez minutos olhando, fazendo cafuné...
Viro de lado, durmo, espero anciosamente pelo meu plantão oficial a manhã. Alice as vezes acorda as 7:00, outras as 8:00 e muitas vezes ela deixa o pai descansar um pouquinho mais as 9:00h.
Boa noite gatinha, boa noite baba, boa noite Alice Maravilha, até daqui a pouco.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
>> diários de agulha.

Ser pai é saber fazer escolhas.
Antes de Alice nascer escolhemos como ela iria vir para esse mundo, escolhemos nossa equipe, que veio do GAMA, Andréia a obstetra, Cris Balzano a doula, mas como Alice provavelmente já estava achando muito monótona a vida dentro da barriga, resolveu vir antes, daí contamos com a ajuda de Ana Cris, a auxiliar e por último Cacá, o pediatra.
Vou me concentrar em Cacá agora.
Este homem é o médico mais legal que já conheci, aliás nem parece médico. Se envolve com o paciente, não tem pressa em sua agenda, fica uma hora com o paciente, ás vezes uma hora e meia, outras até duas. Tem métodos espetaculares, não aspira o nenê se não é preciso, não arranca o bebê da mão da mãe, nem dá os tapinhas no bumbum, entrega a criança no colo da mãe, deixa o trio se conhecer e deixa o pai cortar o cordão para ele não se sentir tão inútil. No consultório troca a fralda, conversa com a criança e tem uma tiradas fantásticas para os pais que fazem perguntas um tanto...
Tolas a bem da verdade.



No entanto, umas das particularidades do método Cacá, que causa polêmicas, é:
"Vacine quando tiver 4 ou 6 meses. Espere a criança ir para o chão, ter outros contatos."
Enfim, muitos discordam, principalmente os postos de saúde, mas isso nunca é uma imposição (só pelo ministério da saúde), e sim uma escolha.
Aí que entram os pais.
Nós fizemos essa opção.
Durante os seis meses de Alice, brincamos nos divertimos, fomos a todos os lugares. Claro que sempre rolava um medinho, mas tudo faz parte do kit escolha.
Nos seus seis meses e muito, fomos até posto, era um sábado de carnaval, estava fechado. Achamos que não estava funcionando por ser carnaval.
Nos seus sete meses e pouco, 20 de fevereiro, fomos ao posto, era sábado, estava fechado. Descobrimos graças ao taxista, que estava fechado por simplesmente ser sábado. E nós fazendo mal juízo dos funcionários públicos.
Então nos seus setes meses e um pouco mais, 26 de fevereiro, chegamos ao posto, depois de uma visita ao pediatra, me certifiquei de que não teria problema tomar várias vacinas num só dia...
E ele me diz:
– A política do posto, passado tanto tempo depois das vacinas é de captura, vocês não sairão de lá sem todas elas. Mas problema, complicações, não tem.
Saímos do Cacá as 17:23h, ao entrarmos no táxi, eu, gatinha, Alice e tia Jã, corremos para o posto de saúde, o taxista muito de legal disse que chegaria antes dele fechar.
Lá chegamos, Jã saiu na frente para não deixar os funcionários saírem antes das 18h. De dentro do posto, fez sinal de positivo, para sairmos do táxi.
Posto de saúde, 17:37h, segunda porta do corredor a direita.
Dona Neide, nosso primeiro personagem, indaga.
– Quem vai vacinar?
– Ela vai...
– Esse nenê? Desse tamanho?
Neide que era só indagações, pela primeira vez, afirma:
– Vou chamar a enfermeira.
Leila, nossa segunda personagem, entra na sala, com o dedo em riste e aparência de um inquisitor fumante, aquele que acende o cigarro depois de mandar pra fogueira.
17:44h, surge o melhor personagem, a enfermeira Beth.
Ela não sabe que estou circulando perto dela e começa a praguejar.
– Isso é hora de virem no posto vacinar?
– Tanto posto pra vacinarem eles tem que vir logo aqui...
Beth entra na sala, com seu cheiro de cigarro...
– É esse o nenê? Desse tamanho? Porque não vacinaram ainda?
– Vocês deram sorte me encontrar aqui a essa hora...
Penso no que poderia ser o azar...
Respondo:
– Pensei que o posto fechasse as 18h...
– Não para vacinação...
– Mas isso eu não sabia.
Lucia diz...
– Mas eu liguei pra cá e me disseram das 8:00 as 18:00h...
Retorno ao diálogo dizendo:
– Tivemos que deixar o trabalho para virmos aqui hoje, outra vez viemos aqui em dois sábados e estava fechado.
Ela retruca...
– Nenhum abre no sábado!
– Pois é, acabei descobrindo isso...
– Que horror... Vamos abrir a vacina, nem precisa registrar Neide, pois já vai fora mesmo, que horror. Segura esse nenê, nunca piquei um nenê tão grande.
Ao ver Lucia dando o peito para, Alice, uma criança de sete meses Neide e Beth amoleceram. Viram que por mais que não estivesse vacinada, nossa pequenita estava bem protegida.
Chega a hora da agulha e Beth, diz para Lucia.
– Mãe, acorda a nenê, que não gosto de picar ninguém dormindo...
Terminado o pequeno sacrifio necessário da sáude, seguimos para casa, atentos as possíveis reações dos medicamentos. A noite ia ser longa segundo as moças.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
>> o melhor do presente é sempre a embalagem.

Tia Jã e tio Gi vieram de Portugal, só nos conheciamos por skipe, é como a maioria da famila me vê. Tia Jã e tio Gi, trouxeram junto a natalina, a cachorra que é minha prima, e também da baba, claro.
Eles trouxeram de além mar, muitos presentes, e não só pra mim, como reclama meu pai nesses últimos 16 meses que surgi no mundo. Meus pais tem ganhado coisas legais também, eu nem se fala, meu chapéu da H & M, é divino, o pai disse que a mãe ia gostar porque parece um White Vader ou um Star Trooper, e minha mãe se orgulha de eu ser uma nenê nerd, o que meu pai diz não ser verdade.
Discussões a parte, uma coisa é indiscutível de tudo que ganho nada supera as embalagens, em especial a sacola de papel da Punto Roma.
Tenta tirar da minha mão pra ver.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
>> fazendo um som com meu pai!
Há tempos vejo meu pai tocando violão, ainda quando eu morava no meu JK, ele ficava tocando algumas músicas perto da minha janela. Daí depois que deixei aquele apartamento apertado e vim morar com eles, os violoneios, principalmente noturnos ganharam mais força.
Aproveitei todos os dias, tá não vamos mentir, quase todos os dias de som, e fui aprendendo mais sobre música.
Ela me acalma, mesmo que meu pai as vezes pese a mão com seus rocks psicodélicos e intermináveis, é sempre muito divertido.
Meu interesse é tanto, que estamos montando uma dupla, até para dar mais graça, beleza e jovialidade ao repertório antigo do meu velho querido.
Aproveitei todos os dias, tá não vamos mentir, quase todos os dias de som, e fui aprendendo mais sobre música.
Ela me acalma, mesmo que meu pai as vezes pese a mão com seus rocks psicodélicos e intermináveis, é sempre muito divertido.
Meu interesse é tanto, que estamos montando uma dupla, até para dar mais graça, beleza e jovialidade ao repertório antigo do meu velho querido.
>> thats amore
Eu e alice dançamos juntos desde o dia em que ela nasceu, pois no parto fiz um set list, ou uma lista de músicas, se assim preferirem, de última hora, que ficou muito legal. Depois veio a trilha da Pequena Miss Sunshine, que hoje é o clássico da hora de nanar, e a trilha do Juno.
Dançar com Alice me leva para um mundo cheio de alegria, esqueço tudo, bom, nesse mundo das contas, trabalho, responsabilidades, também tenho fama de me esquecer de tudo. Mas no mundo de Alice, esquecer é bom, viver só aquele momento, aquela melodia, o embalo que só nos faz sorrir. As pernas e todos os movimentos são guiados por um único combustível, amor.
Recentemente descobri essa música que tem no refrão meu sentimento mais forte desde que fui presenteado com o nascimento da minha pequenita.
>> a primeira cacunda a gente nunca esquece!!
Desde que eu nasci o palito me sobe até o topo da cabeça dele, me põe sentada nela e diz:
– Não cabe ainda!
A partir de hoje ele não pode mais brincar, olha onde eu vim parar!!

Hoje = anteontem já, é bem tarde, hora de dormir, mas minhã mãe gosta de deixar tudo, ou quase tudo resolvido, veio aqui para criar mais umas coisas paras deixar o blog sempre pronto pra quem quiser postar.
Hoje o palito terminou meu desenho e fez umas tentativas de layout pro cabeçalho do site, mas como ele ainda não é designer, a mãe gongou!!!
Digo ainda, porque ele não era nem ilustrador, nem cozinheiro e nem mesmo pai!!
Ontem fomos na praça fazer uns testes para um trabalho dele, foi quase todo o time, enquanto ele e o régis faziam as fotos a mãe subiu comigo num brinquedo e foi uma sensação muito nova, tanto pra mim quanto pra ela, eu nunca tinha subido, nem ela havia brincado em um com um filho!!!


A troca de horário cansa muito, eu acabo dormindo bem cedo e acordo cada vez mais cedo também, hoje foi as 7:30, o pessoal do turno da manhã já foi dormir, tem que ficar bem preparado, senão fica assim, sai do ar antes mesmo de ir pra cama deitar!!!!
– Não cabe ainda!
A partir de hoje ele não pode mais brincar, olha onde eu vim parar!!

Hoje = anteontem já, é bem tarde, hora de dormir, mas minhã mãe gosta de deixar tudo, ou quase tudo resolvido, veio aqui para criar mais umas coisas paras deixar o blog sempre pronto pra quem quiser postar.
Hoje o palito terminou meu desenho e fez umas tentativas de layout pro cabeçalho do site, mas como ele ainda não é designer, a mãe gongou!!!
Digo ainda, porque ele não era nem ilustrador, nem cozinheiro e nem mesmo pai!!
Ontem fomos na praça fazer uns testes para um trabalho dele, foi quase todo o time, enquanto ele e o régis faziam as fotos a mãe subiu comigo num brinquedo e foi uma sensação muito nova, tanto pra mim quanto pra ela, eu nunca tinha subido, nem ela havia brincado em um com um filho!!!


A troca de horário cansa muito, eu acabo dormindo bem cedo e acordo cada vez mais cedo também, hoje foi as 7:30, o pessoal do turno da manhã já foi dormir, tem que ficar bem preparado, senão fica assim, sai do ar antes mesmo de ir pra cama deitar!!!!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
>> comendo abóbora, ou quase isso...
Já pensou se o vô paulo vê isso, e pior, se ele pega no colo depois dessa lambança toda?
Assim não há amor de vô que resista!!!
Mas foi ótimo, a guria tá começando a comer devagarinho, mas com essa genética toda, nem precisa ter pressa, já sabemos que fome a bichinha não passa!!!
Parece até golpe de vista, mas ainda não foi digerido, juro!!!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
>> vídeos na seqüência
aqui dá pra ver todos os vídeos da alice em ordem (quase) correta, quarto, parto, primeiros barulhinhos, primeiras mamadas, é só dar o play, dá praticamente pra ver a guria crescer na tela, especial pra quem não viu ao vivo!!!!
sábado, 20 de fevereiro de 2010
>> primeiro post
Resolvi inaugurar o blog da guria com um GIF, old scholl, assim quando ela for ver no futuro vai saber que a gente nem é tão velho assim, é que gostamos de tudo meio vintage!!!
Queria que o pai da guria escrevesse um pouco também sobre como surgiu essa idéia de fazer um album virtual, já que na realidade a coisa está demorada...
Vamos ver se ele fala um pouco aqui abaixo...
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
>> e prêmio de melhor curta metragem vai para...
O primeiro ultrasom a gente nunca esquece.
Pois é amigos, depois de contarmos para a familia no natal de 2008. Voltamos para São Paulo, fomos ao laboratório Lavoisier, onde tudo se cria, nada se copia.
Enfim, nesse dia descobrimos a felicidade.
É espntoso como coisinhas tão pequeninhas mexem com as nossas vidas, a gatinha tinha ficado lá para pegar o resultado e o dvd gravado com a primeira aparição da nossa pequenita, eu tinha ido ver um equipamento de foto meu para arrumar e fui descendo a avenida Angélica, eufórico e muito contente, tentanto ligar para os avós para contar o pequeno e mais emocionante curta metragem que já vi na vida.
Foi ótimo falar com a vó Baia e com o vô Renato e pedir para eles espalharem que a pequena Alice, ainda sem nome revelado para familia estava linda e muito ativa.
De noite, gatinha conectou o skipe e mostou o ultrasom para a vó baia e depois para a tia Cris e as primas Rebeca e Teodora.
Mas para quem não viu aqui está o que para mim é o curta metragem mais legal do mundo.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
>> meu último ano de guri.
Quando alguém te diz eu estou grávida, qual a primeira coisa a se pensar?
Qual a atitude mais correta a se tomar?
O que vem na cabeça certo, e sem sombra de dúvidas é que não há mais volta, a vida não se resume mais só ao teu umbigo, aquele universo maravilhoso e só teu.
Quando fiz 29 anos, e ganhei um carron de aniversário dos meus amigos, levantei o instrumento para o alto, me refiro ao carron, e profetizei...
– Meu último ano de guri!!!
Nos meus 29 anos no dia 08 de dezembro de 2008, fui na farmácia e comprei meu primeiro teste de gravidez, sorte de principiante, Lucia estava grávida.
– Meu último ano de guri.
Fiquei feliz, gatinha veio com aquela cara de susto do banheiro, trazia na mão o teste com o sugestivo nome de Confirme, e fala a frase que nunca mais vou esquecer...
– Era melhor que tu tivesse comprado o negue.
Jogou no lixo o Confirme, e foi preocupada para o trabalho. Já eu fui até o lixo, 40% preocupado, 55% muito feliz e 5% querendo gritar na sacada de casa, "eu sou fodaaaaaa!!"
– Meu último ano de guri!
Estou com medo, estou feliz, Peter Pan vai morrer...
Um filme na cabeça, não cuido direiro nem de mim, vou cuidar de uma criança.
Na rua, com i-pod na orelha me vem mais uma vez a noite do dia 10 de outubro.
Meu último ano de guri, e o shuffle do i-pod me confirma isso.
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